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Mãos dadas

Priscilla Buhr, Maria Chaves e Inês Campelo contam como chegaram ao conceito visual do ensaio fotográfico do #MeuVotoSeráFeminista

Cada foto tem força individual e também de forma coletiva, numa ciranda de afeto e diversidade, as mulheres se apóiam e se olham. Quando, para além da foto isolada, fazemos um mosaico, estamos nos vendo, nos aproximando de cada companheira e aí somos ciranda.

Sabemos que isoladas perdemos força e estamos sós. Por isso, duas mulheres se apoiando e de mãos dadas em cada foto.

É mais do que estar ao lado de frente uma para outra. Assim como na realidade da luta, estamos juntas, nos apoiando e enxergando a outra.

A diversidade dos corpos que compõe o ensaio é um chamamento a todas as mulheres, entendendo que as camadas de opressão de classe e raça agravam radicalmente as situações de violência e vulnerabilidade e por isso são nossas pautas prioritárias de combate.

De mãos dadas e unidas num poderoso movimento coletivo para impulsionar a participação das mulheres nos espaços de poder, especialmente os político-partidários, a simbólica ciranda de força e afeto representa um viável projeto de democracia feito por, para e com mulheres candidatas e eleitas.

As fotos compõem parte da ação da campanha Meu Voto Será Feminista.


A proposta da campanha é que as mulheres, feministas e alinhadas às pautas de esquerda, estejam nos lugares onde está o poder de decisão e participem efetivamente da construção de políticas públicas que promovam uma sociedade mais justa e igualitária, onde a vida de toda mulher e seus direitos sejam coletivamente respeitados e valorizados.


A ciranda, como o feminismo, é um convite ao diálogo, à troca de ideias para a composição de um agir social e capaz de transformar realidades.

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